Autor: BINGEMER, Maria Clara
Editora: São Paulo: EDUSC, 2014
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia
Simone Weil é figura dificilmente qualificável de forma unívoca, como intelectual curiosa, filósofa o mesmo teóloga. Podemos considerá-la como uma pensadora atenta de nosso tempo, atribuindo atenção aos valores que tem pelo olhar de uma mística.
Desde muito jovem, ele escreveu que o santo se distingue pelo fato de que não quer estar separado da dor e do sofrimento de seus contemporâneos, mas deseja participar desses plenamente. Neste sentido, de certa forma, precisamente a qualificação de mística qualifica em profundidade o olhar e a figura de Simone Weil, que como outras místicas contemporâneas, é intérprete de uma sensibilidade que busca a experiência direta com o Mistério da Realidade última, e um olhar atento para abraçar toda a humanidade, as dores e as alegrias que estão em toda pessoa e desde sempre.
Tal sensibilidade parecer percorrer todas as religiões e confissões religiosas e se qualifica como busca de um contato que se dá com o fundamento mais profundo, o segredo último da realidade, que chamamos Deus e que os estudiosos das religiões identificam como o denominador comum, o núcleo de todas as religiões.
Trata-se de uma mística teopática, que acolhe e recebe aquilo que é dado, padecendo em si a presença e a ação de Deus sem nada poder fazer para produzi-la. Ao mesmo tempo, a mística faz o elogio da disponibilidade responsável como atitude primordial de todo ser humano.
No desejo de estar em comunhão com a dor do outro, acontece o possível contato com o divino que, na pessoa do místico vai ao encontro da dor humana. Assim fazendo, o místico passa do contato íntimo com o divino à “praça pública” na qual estão em jogo os destinos humanos e se sofrem as dores e conflitos de uma humanidade ainda não reconciliada.”
Massimiliano Marianelli
Università di Perugia, Italia